UM JUIZ CHAMADO SANGAR
I - Vamos
ver um pouco sobre a história de um juiz de Israel chamado Sangar. Ele foi o
terceiro juiz. (1) Curiosidades da época dos juízes de Israel. O Período dos
Juízes de Israel que ainda era reconhecido como o povo Hebreu, (aproximadamente
entre 1380 a.C. e 1050 a.C.) foi uma era caótica, sem um rei ou governo
centralizado, marcada por um ciclo repetitivo de desobediência do povo,
opressão por povos vizinhos, arrependimento e envio de um líder libertador. (2)
As principais curiosidades dessa época são como entender significado de
"juiz" (Schoftim): Eles não ficavam sentados em tribunais resolvendo
disputas legais do dia a dia. Eram chefes tribais, líderes políticos e
guerreiros militares levantados por Deus para livrar o povo de crises internas
e prioritariamente externas.
II –
O cargo de juiz não era hereditário. O posto de juiz não passava de pai para
filho. Cada líder era escolhido individualmente por Deus em uma época descrita
na Bíblia com a frase: "Naquele tempo não havia rei em Israel; cada qual
fazia o que achava mais reto", (Juízes 21:25). (1) Uma mulher no comando
militar da nação. Débora foi uma das juízas mais importantes e atuou como
profetiza e líder, convocando o general Baraque para lutar contra os Cananeus
quando o exército precisava de direção espiritual e tática, (Juízes 4).
III
- O lema do caos e os 12 ciclos ou doze períodos dos juízes. O Livro de Juízes
narra cerca de 12 a 14 ciclos de crises e líderes. Entre os nomes mais
conhecidos estão Otniel (o primeiro),
A - A
descendência de Otniel na biblia é descrita da seguinte forma: (1) Otniel
(primeiro juiz de Israel) pertencia à Tribo de Judá e sua linhagem familiar na
Bíblia é descrita logo no início do livro de Juízes. (2) Ascendência, (Pais e
Parentesco), seu pai era Quenaz, (conforme 1 Crônicas 4:13 e Juízes 3:9). (3)
Sua relação com Calebe, a Bíblia aponta Otniel como sobrinho de Calebe (filho
de Quenaz, irmão mais novo de Calebe, ou irmão mais novo do próprio Quenaz,
variando um pouco conforme a tradução, mas consolidado como da mesma família
dos Quenezeus). (4) Sua esposa era Acsa, filha de Calebe. Otniel a recebeu como
esposa após conquistar a cidade de Quiriate-Sefer (Debir), tornando-se também
genro de Calebe.
B - A
Descendência (Filhos), de acordo com 1 Crônicas 4:13-14, os filhos de Otniel
foram Hatate e Meonotai. Meonotai gerou a Ofra. Essa linhagem continuou fixada
na tribo de Judá, e descendentes dessa família apareceram séculos mais tarde,
como na época do Rei Davi.
C - Eúde
(o canhoto que derrotou o rei Eglom), Sangar (que matou 600 filisteus com uma
aguilhada de goniômetro/boi), esse instrumento de trabalho é bem parecido com a
vara de ferrão usada na zona rural até hoje. Gideão, Jefté e Sansão. Gideão e o
exército que Deus mandou reduzir. Para provar que a vitória contra os Midianitas
vinha de Deus e não da força humana, Gideão começou com 32 mil homens, reduziu
para 10 mil e, no final, Deus ordenou que ele ficasse com apenas 300 soldados
equipados com tochas e jarros de barro (Juízes 7).
1 - A
força incomum de Sansão foi dada por Deus. Sansão era um Nazireu (consagrado a
Deus desde o ventre) que não podia cortar o cabelo, beber vinho ou tocar em
mortos. Ele ficou famoso por façanhas sobre-humanas, como matar mil filisteus
usando apenas a queixada de um jumento e arrancar os portões de uma cidade
(Juízes 15–16).
2 - O
drama familiar de Jefté. Ele foi rejeitado pelos próprios irmãos por ser filho
de uma prostituta; Jefté tornou-se um grande guerreiro, mas fez um voto
precipitado ao Senhor antes de uma batalha contra os Amonitas, o que gerou um
dos episódios mais trágicos e debatidos do Antigo Testamento (Juízes 11).
3 - A
transição para a monarquia liderada no período que começou e terminou com
Samuel, considerado o último juiz e o profeta que ungiu os dois primeiros reis
de Israel: Saul e, posteriormente, Davi (1 Samuel 8–10). (1) Os Juízes de
Israel. O Período dos Juízes e o estilo de governo de cada um. Os juízes de
Israel foram pessoas escolhidas por Deus e especialmente dotadas para julgar e
liderar o povo de Israel (Jz 2:16-23; 3:9,10; 1Sm 12:9-11; 2Sm 7:11). O período
em que essas pessoas lideraram o povo de Deus ficou conhecido como “o período
dos juízes“. Agora conheceremos quem foram os juízes de Israel e os pontos mais
importantes desse período.
4 - O
período dos juízes de Israel foi um período de muitas dificuldades e a
liderança era de acordo com o que os juízes foram fiéis aos preceitos de Deus. (1)
O período dos juízes foi o momento histórico que constituiu a transição do
governo de Moisés para o reinado dos reis de Israel. Este período é descrito no
livro de Juízes, no Antigo Testamento. (2) O período dos juízes começou com a
opressão de Cusã-Risataim após Josué e os anciãos terem morrido, e o povo de
Israel ter se entregado a uma profunda apostasia. Por fazer o que era mau aos
olhos do Senhor, e adorar deuses estranhos, Deus permitiu que Cusã-Risataim,
rei da Mesopotâmia, subjugasse o povo de Israel durante oito anos, (Jz 2:7-11;
3:7,8).
5 - Após
este tempo, o Senhor levantou Otniel, sobrinho ou talvez irmão de Calebe, para
libertar o povo dando início ao período dos juízes. O período dos juízes
terminou quando Saul foi eleito rei de Israel, em aproximadamente 1050. Logo, a
maioria dos estudiosos entende que o período dos juízes durou aproximadamente
320 anos. (1) Quem foram os juízes de Israel? Como já dissemos, os juízes de
Israel foram pessoas levantadas por Deus em tempos de crise, e eram capacitados
pelo Espírito Santo de Deus para julgar e liderar o povo. No livro de Juízes
lemos: “E levantou o Senhor juízes, que os livraram da mão dos que os
despojaram”, (Jz 2:16; cf. 3:10; 13:25; 14:19; Sl 106:43-45; At 13:20).
6 - As
funções judiciais exercidas por eles estavam diretamente ligadas à liderança
espiritual sobre o povo, (1Cr 17:6; 2Sm 7:7). Os juízes permaneciam em suas
funções até morrerem (Jz 2:19; 1Sm 4:18; 7:15), e, diferente dos reis, eles não
estabeleceram um governo hereditário em Israel, (Jz 8:22,23). (1) Esses juízes
eram heróis nacionais, e algumas vezes foram designados como “libertadores”.
Uma lista com os juízes de Israel geralmente sofre algumas discussões. Alguns
consideram apenas a lista dos juízes nos doze ciclos presente no livro de
Juízes, com Sansão sendo o último deles.
7 - Outros
também incluem Eli (1Sm 4:18) e Samuel (1Sm 7:15) na lista oficial de juízes de
Israel. Seja como for, obviamente Eli e Samuel lideraram e julgaram Israel
antes da instituição da monarquia, apesar de não serem citados no livro dos
Juízes e a atuação destes possuir algumas diferenças pontuais com relação aos
líderes citados no livro dos Juízes. (1) Mesmo dentro da lista fornecida pelo
livro dos Juízes, existe uma discussão entre os intérpretes acerca de Débora e
Baraque. Alguns consideram apenas a liderança de Débora, outros contam
separadamente Débora e Baraque, e, outros, unificam a atuação de ambos.
8 - Também
é importante citar que Eli e Samuel, muito provavelmente, foram contemporâneos
durante algum tempo de Sansão, o último juiz mencionado no livro dos Juízes. A
lista dos juízes apresentada nos doze ciclos registrados no livro dos Juízes é
a seguinte: 1. Otniel (Jz 3:7-11). 2. Eúde (Jz 3:7-11). 3. Sangar (Jz 3:31). 4.
Débora (Jz 4:1-5:31). 5.Gideão (Jz 6:1-8:32). 6. Tola (Jz 10:1-2). 7. Jair (Jz
10:3-5). 8. Jefté (Jz 10:6-12:7). 9. Ibsã (Jz 12:8-10). 10. Elom (Jz 12:13-15).
11.Ablom (Jz 12:13-15). 12. Sansão (Jz 13:1-16:31).
9 - Sobre
a cronologia do período dos juízes de Israel é muito difícil conseguir
estabelecer uma cronologia para o período dos juízes, pois faltam informações
fundamentais para tal, como por exemplo, o período de tempo que decorreu entre
o começo da conquista de Canaã com Josué e o início da opressão de Cusã-Risataim.
(1) Também existe uma grande dificuldade de interpretação em relação à
somatória dos números fornecidos pelo livro dos Juízes, isto é, totalizando os
períodos de opressão e de governo dos juízes, chega-se a um resultado que
excede significativamente o período de tempo total aceitável para este momento
histórico. Logo, devemos entender que alguns períodos de opressão e de trégua
sob a liderança dos juízes se sobrepuseram, de forma que não é possível
determinar por quanto tempo houve sobreposição em cada caso específico.
10 -
Com base nas dificuldades apontadas, podemos arriscar uma estimativa de como se
deu a cronologia do tempo dos juízes de Israel. Entre aproximadamente 1405 e
1364 a.C. houve o governo de Josué e dos anciãos (Jz 2:7), e em 1356 a.C. a
libertação, com Otniel, da opressão de Cusã-Risataim (Jz 3:8). Depois houve uma
trégua de quarenta anos, entre aproximadamente 1356 e 1316 a.C. (Jz 3:11). (1) Em
cerca de 1298 a.C., Eúde libertou o povo dos dezoito anos de opressão Moabitas (Jz
3:14-15). Em aproximadamente 1258 a.C., houve a libertação do povo dos 20 anos
de opressão do rei Jabim, com Débora e Baraque (Jz 4:3), e seguiu-se quarenta
anos de paz no norte até 1218 a.C.
11 -
Após o período de trégua, registrou-se uma opressão midianita de sete anos,
chegando ao fim com a libertação liderada por Gideão em cerca de 1211 a.C. (Jz
6:1ss). A liderança de Gideão durou quarenta anos (Jz 8:28), até
aproximadamente 1171 a.C. Depois deste período, houve o reinado perverso de
Abimeleque, filho de Gideão, sobre Siquém, entre 1171 e 1168 a.C. (Jz 9:22). (1)
Entre aproximadamente 1168 e 1123 a.C. houve a liderança de Tola e Jair (Jz
10:1-3).
12 -
Depois dos povos da descendência de otniel na biblia. (1) Otniel (primeiro juiz
de Israel) pertencia à Tribo de Judá e sua linhagem familiar na Bíblia é
descrita da seguinte forma: Ascendência de Otniel (Pais e Parentesco) (a) Pai:
Quenaz (conforme 1 Crônicas 4:13 e Juízes 3:9). (b) Relação com Calebe: A
Bíblia aponta Otniel como sobrinho de Calebe (filho de Quenaz, irmão mais novo
de Calebe, ou irmão mais novo do próprio Quenaz, variando um pouco conforme a
tradução, mas consolidado como da mesma família dos quenezeus). (c) Esposa:
Acsa, filha de Calebe. Otniel a recebeu como esposa após conquistar a cidade de
Quiriate-Sefer (Debir), tornando-se também genro de Calebe. (2) Descendência
(Filhos), de acordo com 1 Crônicas 4:13-14: (a) Os filhos de Otniel foram
Hatate e Meonotai. Meonotai gerou a Ofra. (b) Essa linhagem continuou fixada na
tribo de Judá, e descendentes dessa família apareceram séculos mais tarde, como
na época do Rei Davi. oprimiu os israelitas por dezoito anos, até que surgiu
Jefté em aproximadamente 1105 a.C. (Jz 10:8-11,33). Depois de Jefté, temos o
registro da liderança de Ibsã, Elom e Abdom (Jz 12:7-9,11,13,14).
13 -
O capítulo 13 do livro dos Juízes relata um período de quarenta anos sob
opressão dos filisteus, seguindo um relato sobre as proezas de Sansão entre
aproximadamente 1101 e 1081 a.C., sendo este o último dos líderes registrado no
livro dos Juízes (Jz 14:1-15:20; 16:31). (1) Se estendermos nossa cronologia
até os relatos do livro de Samuel, temos o registro da captura da Arca da
Aliança e a morte de Eli em aproximadamente 1099 a.C. (1Sm 4:18), depois a
batalha de Ebenézer (1Sm 7:2-12) e Samuel julgando o povo entre 1079 e 1050
a.C. (1Sm 7:15-17).
14 -
Nosso personagem principal desta postagem é Sangar. Vamos ver quem foi Sangar
na Bíblia e por que ele usou uma aguilhada de bois para, sozinho, matar 600
filisteus. (1) Não foi uma proeza pessoal mas a força do poder de Deus na vida
dele. Sangar foi o terceiro juiz de Israel que ficou conhecido na Bíblia por
ter libertado o povo israelita das mãos dos filisteus usando uma aguilhada de
bois. A breve história de Sangar está registrada na Bíblia no livro de Juízes,
no Antigo Testamento (Juízes 3:31; 5:6). (2) De acordo com o texto bíblico,
Sangar era filho de Anate. O significado dessa referência é discutido entre os
estudiosos. Muitos intérpretes bíblicos consideram que Anate não era
especificamente o nome do pai biológico de Sangar. Alguns comentaristas
acreditam que Anate poderia ser a designação de um lugar. Nesse sentido, muitos
sugerem que esse lugar talvez fosse Bete-Anate, que ficava no território da
tribo de Naftali. Se esse for o caso, então essa referência pode significar que
Sangar era um habitante daquela terra, e provavelmente pertencia à tribo de
Benjamim, ainda que talvez tivesse origem estrangeira, visto que Bete-Anate era
uma cidade habitada por cananeus que não foram expulsos pelos homens de
Naftali.
15 -
Outros estudiosos dos originais da Bíblia sugerem a possibilidade de a
expressão “filho de Anate” ser um tipo de apelido de guerra. Isso porque Anate
era o nome de uma deusa da guerra em Canaã. A fraqueza dessa hipótese está no
fato de que seria estranho que um juiz de Israel fosse aclamado como alguém
ligado a uma deusa pagã da guerra. (1) No entanto, quem defende essa
possibilidade argumenta que a associação entre Sangar e a deusa Anate, que
supostamente deu origem ao seu apelido de guerra, talvez tenha sido
estabelecida pelos próprios cananeus. Como havia povos cananeus habitando entre
algumas tribos israelitas, é possível que a fama de Sangar como um herói de
batalha tenha levado esses povos estrangeiros e até mesmo alguns israelitas
idólatras a enxergá-lo como um guerreiro protegido pela falsa deusa Anate.
16 -
Sangar e a aguilhada de bois para derrotar os filisteus. O que era uma
aguilhada de boi (também chamada de aguilhão)? era uma ferramenta agrícola
tradicional e rústica, consistindo em uma vara longa de madeira (de cerca de 2
a 2,5 metros) com uma ponta ou espigão de ferro em uma das extremidades e,
muitas vezes, um pequeno raspador ou pá de metal na outra. (2) As funções principais
do aguilhão era: a condução do gado e era também usada por lavradores e
boiadeiros para tocar, guiar ou estimular os bois enquanto puxavam arados ou
carroças pesadas. (3) Era também usada
para a limpeza do arado. A extremidade chata ou com lâmina servia para raspar e
remover torrões de terra ou barro acumulados na lâmina do arado.
17 –
Qual era o significado bíblico do aguilhão? A aguilhada ficou famosa na Bíblia
no livro de Juízes (3:31), quando o juiz israelita Sangar usou o instrumento
agrícola como uma arma improvisada para derrotar 600 guerreiros filisteus e
livrar o povo de Israel. Lembrando que ela cortava dos dois lados, ou seja nas duas
pontas. (1) É também a origem da expressão ou referência bíblica idiomática
"recalcitrar contra os aguilhões", (ou chutar contra a aguilhada),
que significa resistir a uma força maior ou a uma correção, em alusão ao boi
que dava coices na ponta afiada e acabava se ferindo ainda mais.
18 -
A Bíblia não traz muitos detalhes sobre a liderança de Sangar. O texto bíblico
simplesmente diz que Sangar lutou contra os filisteus, e com uma aguilhada de
bois ele conseguiu matar seiscentos soldados inimigos (Juízes 3:31). Inclusive,
o embate entre Sangar e os filisteus é o primeiro texto bíblico que mostra esse
povo como um inimigo implacável dos israelitas. (1) O fato de Sangar ter usado
uma aguilhada de bois, tem feito algumas pessoas a imaginarem que ele era um
camponês. A aguilhada de bois é um tipo de vara com um ferrão em uma das
pontas, usada para conduzir bois. Outras pessoas enxergam nessa descrição uma
evidência de que naquele tempo os israelitas estavam tão despreparados, que não
havia entre eles nem mesmo armas apropriadas para defesa, como por exemplo uma
espada que era normal todos os povos daquela época possuírem.
19 -
O capítulo 3 do livro de Juízes, relata como foi a liderança de Sangar. Sangar
apareceu depois de Eúdes Juízes 3:31). No entanto, no capítulo seguinte o texto
bíblico estabelece uma conexão direta entre a morte de Eúde e a decadência dos
israelitas que culminou na opressão do rei Jabim e na libertação liderada por
Débora, sem fazer menção ao período de liderança de Sangar, (Juízes 4). Na
sequência, no cântico de Débora em Juízes 5, há uma breve referência à vida dos
israelitas no tempo de Sangar. O texto diz que nos dias de Sangar, as estradas
ficaram desertas, e os viajantes andavam por caminhos tortuosos. Além disso, o
texto ainda diz que as aldeias em Israel ficaram abandonadas até que Débora se
levantou por mãe em Israel (Juízes 5:6,7).
20 -
Essa descrição, obviamente, aponta para um cenário de devastação. As estradas
não eram seguras, pois havia muitos opressores e saqueadores estrangeiros. As
aldeias também ficaram desertas talvez porque as pessoas ficaram com medo, e
procuraram cidades fortificadas para morar. (1) Alguns intérpretes têm
entendido essa descrição como um retrato de uma liderança fracassada por parte
de Sangar, que resultou numa forte dominação estrangeira. Mas a maioria dos
estudiosos do Antigo Testamento geralmente tem abordado esse quadro apenas como
um indicativo de que Sangar julgou a Israel por um período de tempo muito
curto, em algum momento entre o fim da vida de Eúde e o aparecimento de Débora;
e dessa forma, a breve liderança de Sangar não conseguiu mudar de forma
significativa a vida dos filhos de Israel. O feito principal de Sangar foi defender
Israel num momento muito crítico em que não se tinha um exército de homens preparados
para defender o país. Ele sozinho matou seiscentos homens com um instrumento de
trabalho da época que era uma aguilhada.
Deus
abençoe você e sua família.
Pr.
Waldir Pedro de Souza
Bacharel
em Teologia, Pastor e Escritor.