NABUCODONOSOR E SUA LOUCURA PELO PODER
I - A
Bíblia condena fortemente a soberba, a soberba pode ser comparada até com a
loucura, mas a Bíblia já alertava que o orgulho cega o coração e leva à
destruição. Ela, a Bíblia, nos ensina que a dependência de Deus e a mansidão
são os caminhos para alcançar o favor divino.
II –
Existem versículos essenciais na Bíblia sobre o tema que incluem, (1) Provérbios
16:18 que diz: "A soberba precede a destruição, e a altivez do
espírito precede a queda”. (2) Tiago 4:6 que diz: "Deus resiste aos
soberbos, mas dá graça aos humildes”. (3) Provérbios 11:2 que diz: "Vindo
a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria”. (4) Provérbios
29:23 que diz: "A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de
espírito obterá honra”. (5) Provérbios 13:10 que por fim também diz: "Da
soberba só provém a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria”.
III
- A expressão "a soberba precede a queda" significa que o
orgulho excessivo e a arrogância inevitavelmente levam ao fracasso ou à
destruição. Quem se sente superior ou invencível costuma ignorar erros e
conselhos, criando as próprias armadilhas. Armadilhas essas que destroem tanto quem
é soberbo quanto àqueles que os apoiam em suas loucuras.
A – Essa
máxima de que “a soberba precede a queda” tem origem na Bíblia, mais precisamente no
livro de Provérbios (capítulo 16, versículo 18). Ela serve como um alerta
atemporal de que a autoconfiança cega e o ego inflado afastam a pessoa da
realidade e da humildade necessárias para lidar com os desafios da vida. Deus
puniu Nabucodonosor por sua tamanha soberba; O livro do profeta Daniel capitulo
4 registra a história do rei Nabucodonosor e sua infâmia de querer ser maior do
que Deus e mandou fazer uma estátua que todos os povos, tribos e nações do seu
domínio tinham que se ajoelhar e adorar aquela imagem.
B – Sabemos
que o Profeta Daniel foi um israelita de linhagem nobre e real (Dn
1:3), levado cativo de Judá para a Babilônia pelo rei Nabucodonosor, em
aproximadamente 605 a.C., no terceiro ano do reinado de Jeoaquim, rei de
Judá, (Dn 1:1). Na Babilônia, juntamente com outros companheiros com
qualidades semelhantes a ele, Daniel foi educado para o serviço no Império
Babilônico, sendo instruído sobre a língua e a civilização dos caldeus, (Dn
1:4). Dentre os companheiros de Daniel na Babilônia, o relato bíblico destaca
três nomes: Hananias, Misael e Azarias, também conhecidos por seus nomes
babilônicos Sadraque, Mesaque e Abednego respectivamente. Conforme o costume
babilônico que atribuía nomes que faziam referências as suas
deidades, Daniel também recebeu outro nome, no caso Beltessazar.
C - O
rei da Babilônia determinou que fossem servidas aos jovens capturados as mesmas
iguarias que eram servidas no banquete real da corte pagã. Porém, Daniel
propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem
com o vinho que ele bebia, (Dn 1:8). Isso parece indicar que possivelmente o
alimento real era conflitante as regras alimentícias estabelecida na Lei de
Moisés.
D - Daniel
então conversou com o chefe dos eunucos, a qual Deus fez com que Daniel
achasse graça e misericórdia (Dn 1:8), para que ele não precisasse comer
daquele banquete. Inicialmente, foi feito um acordo para que durante dez dias
fosse servido a Daniel e seus três amigos apenas legumes e água. Ao final dos
dez dias, eles seriam examinados e comparados com os demais jovens que estavam
se banqueteando com as iguarias do palácio. Após dez dias, Daniel, Hananias,
Mizael e Azarias estavam com aspecto mais saudável do que qualquer outro jovem.
E - A
Bíblia diz que Deus concedeu a estes quatro jovens, conhecimento e a
inteligência em todas as letras e sabedoria, mas a Daniel, Deus também deu
entendimento em toda a visão e sonhos, (Dn 1:17). Quando o período de
treinamento determinado por Nabucodonosor terminou, os jovens foram conduzidos
à presença do rei. Na ocasião, a Bíblia diz que não foram achados outros jovens
tão capazes como Daniel, Hananias, Misael e Azarias, fazendo com eles ficassem
assistindo diretamente diante do rei. O rei lhes fez várias perguntas sobre
todos os assuntos nos quais se exigia conhecimento e sabedoria, e Daniel e seus
três amigos se mostraram dez vezes mais sábios do que todos os magos e
encantadores do Império Babilônico.
F - Daniel
foi uma pessoa integra e justa, temente a Deus acima de qualquer coisa. Ele
nunca aceitou se corromper, por maior que fosse o tesouro que lhe
oferecesse. Daniel era fiel a Deus mesmo que isso custasse sua vida.
Ele também nos mostrou como é possível buscar a Deus mesmo em uma terra
estranha e mergulhada no paganismo. Provavelmente o Profeta Daniel
alcançou os 90 anos de idade, vivendo até aproximadamente 536 a.C., no terceiro
ano do reinado de Ciro. Existe uma tradição rabínica que afirma que Daniel
voltou para Jerusalém no final de sua vida, com a libertação dos exilados, e
foi sepultado em Susa. Porém, não existe qualquer evidência maior para
atestar tal tradição.
1 – O profeta Daniel e seus companheiros
vivenciaram os atos de soberba e arrogância de Nabucodonosor, tanto de sua
loucura pelo poder fez o que muitas pessoas “poderosas” nunca deveriam fazer. O
Livro do profeta Daniel capitulo 4 registra esta história verídica. Ele,
Nabucodonosor precisou ficar louco pra reconhecer que Deus é Deus. Nabucodonosor
rei da Babilônia (hoje região do Iraque) foi um rei muito poderoso. Construiu
um império grandioso e edificou Babilônia, uma cidade portentosa com seus ricos
palácios e seus jardins suspensos. O rei era maior do que as leis de seu reino.
Esse homem envaideceu o seu coração e ficou arrogante. Edificou para si um
monumento e queria que todos em seu reino se prostrassem diante da imagem
construída em sua homenagem e a adorassem prostrados de joelhos.
2 - Deus repreendeu sua soberba, mas
Nabucodonosor continuou altivo e arrogante como se fosse um deus. Então o Deus
verdadeiro, lançou-o fora do palácio e o fez habitar entre os animais irracionais no campo. Em seu corpo
cresceram pelos. Em seu corpo cresceram pelos diferentes dos pelos dos humanos e
suas unhas tornaram-se como cascos de animais. Esse homem orgulhoso teve seu
corpo molhado pelo orvalho da noite e viveu como um irracional entre os animais
do campo. Quando estava no fundo do poço Deus lhe permitiu recobrar um pouco de
sua memória, então ele reconheceu sua loucura e confessou seu pecado. Deus o
perdoou e lhe restaurou o trono. Precisou ficar louco para reconhecer que Deus
é Deus. A Bíblia diz que Deus resiste aos soberbos, mas dá graças aos humildes.
Deus exalta os humildes e abate os orgulhosos. A história de Nabucodonosor é um
alerta para nós ainda hoje.
3 - A pergunta que todo mundo faz é a
seguinte: Nabucodonosor virou mesmo um Animal? Como foi a loucura de
Nabucodonosor Rei da Babilônia? Algumas pessoas tem dúvida se o
Rei Nabucodonosor virou mesmo um animal feroz como os mais ferozes das
matas. Muitos até se perguntam se ele tinha alguma consciência humana durante o
período em que ficou nesse estado. Essa dúvida se dá, provavelmente, pelo
fato de muitos pregadores em suas pregações, fazerem a seguinte afirmação: “Nabucodonosor
virou um animal e ficou assim até que ele desse glória a Deus”.
4 - Alguns enfatizam que, “Enquanto ele não
aprendesse a dar glória a Deus, ele ficou como um animal irracional”. Mas será
que foi isso mesmo? Será que isso aconteceu mesmo de verdade? Nabucodonosor
virou animal realmente? Ele tinha consciência do que estava acontecendo com ele?
Nesta breve postagem faremos o possível para entender o que a Bíblia de fato
fala sobre isso. Também não vamos entrar em detalhes sobre a história de
Nabucodonosor. Nós iremos apenas responder algumas dúvidas sobre o sonho de
Nabucodonosor e sua sentença, tudo conforme o livro do profeta
Daniel nos relata, (Daniel 4).
5 - Nabucodonosor virou animal, a loucura
de Nabucodonosor espantou todos os que o conheciam. Alguns acreditam que o rei
Nabucodonosor precisava estar consciente durante o castigo para que esse
castigo fosse justo da parte de Deus. Eles pensam que se o rei fosse castigado
sem ter consciência, isso não serviria para nada.
6 - Outros defendem que o fato de ele estar
consciente em seu “estado animal”, tornaria o castigo ainda mais pesado. Mas na
verdade é exatamente o contrário disso. Para aquele rei orgulhoso, agir
como animal sem nenhum controle seria o pior castigo para seu ego. A resposta
para nossa pergunta começa a ficar bem clara nos versículos 14 e 15 do capítulo
4. Esses versículos nos mostram um juízo, porém com esperança. Isso significa
que Nabucodonosor seria sentenciado, mas aquele não seria o seu fim. O texto
diz: “Mas o tronco, com as suas raízes deixai na terra e, com cadeias de
ferro e de bronze […]”.
7 - Alguns pregadores ainda dizem
que Nabucodonosor correu risco de morte. Outros, mais sensacionalistas,
dizem que o rei poderia ter virado presa de algum animal. Mas o versículo
15 mostra que essa ideia não tem sentido algum. Durante o período de seu
castigo, ele estaria com “cadeias de ferro e de bronze”. Em outras
palavras, Deus o protegeria e conservaria o seu reino. O versículo 16 mostra o
que aconteceria com Nabucodonosor. Seu coração seria mudado de coração de
homem para coração de animal. É claro que isso não significa que aconteceu um
transplante de órgãos. O texto está dizendo apenas que
Nabucodonosor perderia a sua racionalidade humana e passaria a agir como
um completo animal. Ele seria limitado à capacidade de raciocínio animal.
8 - Basta lembrar que o coração é usado como
símbolo ou séde das emoções e racionalidade. Mas isso não significa que
necessariamente ele guarda emoções ou pensamentos. Ele apenas reage a estes
como um órgão vital do nosso corpo. Nabucodonosor virou algum tipo de Lobisomem
ou de algum outro bixo. Outra observação que também podemos fazer é que
Nabucodonosor não se transformou em aparência de animal. Aquelas muitas diferenças
e transformações cinematográficas de filmes sobre lobisomens não aconteceram
com Nabucodonosor. Todos os seus comandantes e conselheiros o reconheciam e
sabiam que de fato ele era o rei Nabucodonosor.
9 - O que aconteceu com ele foi que cresceram
pelos de em seu corpo juntamente com suas unhas, idêntico aos dos animais. O
versículos 33 descreve de forma clara que isso aconteceu com o passar do tempo.
Como Nabucodonosor perdeu o raciocínio humano, ele deixou de ter qualquer
cuidado com o seu corpo. O que algumas pessoas acham é que ele virou realmente
uma espécie de cachorro ou boi ou outro animal feroz e o pior, conservando uma
mente humana que vacilava entre o certo e o errado. Mas esse tipo de
interpretação ainda não está de acordo com o texto bíblico.
10 – Será que Nabucodonosor
tinha consciência do que estava acontecendo com ele durante seu
“estado” de animal? Ele sabia que estava sendo castigado por Deus? Certamente
que sim, mas depois de um tempo que a Bíblia afirma que ele reconheceu que Deus
é Deus de verdade e aí ele tinha recobrado cem por cento da sua consciência.
Mas esta é a pergunta principal do nosso texto. Os versículos 16, 23, 25 e 32
respondem de forma bem direta que ele não tinha consciência alguma, pelo menos
em nível racional, durante esse período de castigo. A chave para entendermos
isso é a expressão “até que se passem sete tempos”. Passaram cerca de sete
anos e Nabucodonosor voltou a recobrar os sentidos e reconheceu que o que Deus
tinha determinado que iria acontecer com ele, realmente aconteceu.
11 - Essa expressão não deixa dúvida de que
Nabucodonosor foi sentenciado a um período de castigo. Esse período já havia
sido pré-determinado (sete tempos). Isso indica que o tempo que ele passou
vivendo como animal não foi em função de um “tempo de arrependimento”, mas,
sim, de um tempo determinado previamente de castigo de Deus sobre ele. Isso
acaba com qualquer possibilidade de que ele poderia ter se arrependido antes e
abreviado o castigo.
12 - O versículo 34 finalmente não deixa
qualquer dúvida sobre isso: Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor,
levantei ao céu os meus olhos, e voltou a mim o meu entendimento, e eu bendisse
o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre; porque o seu
domínio é um domínio sempiterno, e o seu reino é de geração em geração. (Daniel
4:34).
13 - O texto estabelece uma ordem cronológica
de fatos. Primeiro o período da sentença acaba, “ao fim daqueles dias”.
Depois Nabucodonosor deixa de estar em posição de animal (como um
quadrúpede olhando para o chão) e volta a ficar em pé como um homem. Então o
entendimento racional dele volta, e é somente depois disto que ele exalta a
Deus e compreende tudo o que aconteceu.
14 - Perceba então que o rei Nabucodonosor não
voltou a pensar como homem depois que exaltou a Deus, mas que ele exaltou a
Deus depois que voltou a pensar como homem. O versículo 36 também nos mostra
uma coisa interessante. Ele nos informa que em todo tempo, as pessoas sabiam
onde Nabucodonosor estava. Quando ele foi curado, logo essas pessoas lhe
buscaram. Então, quando algum dia você escutar que Nabucodonosor comeu
capim pensando nos banquetes do palácio, você saberá que ele realmente
comeu capim, até se fartar, mas em nenhum momento Nabucodonosor pensou na comida
mais gostosa que ele teria direito como rei, até porque nem rei ele sabia que
era.
15 - Nabucodonosor voltou a reinar e fez daí
por diante um reinado próspero e sem idolatria e de acordo com os relatos
bíblicos (Livro de Daniel), após sete anos vivendo como um animal no campo
devido ao seu orgulho, Nabucodonosor recuperou a razão e a
saúde, retornando ao trono da Babilônia. Segundo alguns textos
bíblicos e adaptações, após o período de exílio: (1) Houve restauração do seu
reino. O rei reconheceu a soberania plena de Deus, sua sanidade foi
restaurada, e seu reino e majestade foram devolvidos. (2) Houve o fim da maldição
sobre ele. Numa dramatização recente abordando o assunto mostra sua
família o encontrando na floresta e o trazendo de volta ao palácio, totalmente
curado. (3) Houve, daí em diante, muita prosperidade no seu reinado. Ele
voltou a governar de forma ainda mais majestosa e mais grandiosa, agora para a
glória de Deus e até o fim de sua vida foi fiel a Deus, quando foi sucedido por
seu filho, Evil-Merodaque.
16 - Pela obediência de Nabucodonosor após passar
o período do castigo de Deus sobre ele, seu reino prosperou muito. Após a morte
do rei Nabucodonosor (II) em 562 a.C., o Império Neobabilônico entrou em um
período de rápida instabilidade. O trono passou por uma série de sucessores de
curta duração até a queda do império: (1) Evil-Merodaque (562–560 a.C.), Filho
e sucessor imediato de Nabucodonosor, reinou em seu lugar. Ficou conhecido na
Bíblia por libertar o rei Joaquim de Judá da prisão. Governou por apenas dois
anos antes de ser assassinado. (2) Neriglissar (560–556 a.C.), cunhado de
Evil-Merodaque, que assumiu o poder após o golpe, reinou por cerca de quatro
anos. (3) Labasi-Marduque (556 a.C.), filho de Neriglissar, era apenas um
menino e foi assassinado em uma conspiração após governar por apenas alguns
meses. (4) Nabonido (556–539 a.C.), Um dos conspiradores que tomou o trono,
governou até o império ser conquistado pelos persas. (5) Belsazar, filho de Nabonido, reinou
como co-regente e ficou responsável pela administração da cidade da Babilônia
nos últimos anos do império, enquanto seu pai estava em campanhas
militares. (6) Em 539 a.C., o império caiu definitivamente nas mãos de
Ciro, o Grande, do Império Persa. Você pode explorar mais detalhes sobre a
cronologia desses governantes como Nabonido e Evil-Merodaque, nós livros da
história mundial e também nas redes sociais.
17 - Reino vai, reino vem, tudo tem seu tempo
determinado, Deus é quem tem o controle de tudo. Eclesiastes capítulo 3 diz que
tudo tem o seu tempo determinado para todo o propósito de Deus para nossas
vidas. Eclesiastes 3 nos ensina que Deus é soberano sobre todas as coisas
e que a vida é feita de ciclos, não de acasos. O famoso poema "há tempo
para tudo" nos lembra que tanto as estações de alegria quanto as de dor
possuem um propósito divino, exigindo confiança em meio às incertezas da vida e
diante das intempéries do dia a dia. O capítulo citado do livro de Eclesiastes,
pode ser dividido em três blocos principais, que trazem lições práticas para o
nosso dia a dia. (1) Os Contrastes da Vida (v. 1-8), Salomão lista 14 pares de
opostos, como tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de chorar e
tempo de rir, tempo de guerra e tempo de paz, etc. (2) Isso significa que a
vida é dinâmica e cheia de transições. As dificuldades e as perdas e ganhos são
apenas fases, assim como as alegrias e as tristezas. O ser humano é dotado de
sabedoria e conhecimentos naturais que fazer ele aceitar o ciclo natural das
coisas evitando as frustrações desnecessárias. (3) A Soberania e o Propósito de
Deus (v. 9-15) são a garantia da nossa segurança daquilo que vamos ou não
fazer. O pregador, o escritor (Salomão) questiona o proveito do trabalho
humano, mas conclui que Deus colocou o "anseio pela vida e o pela eternidade"
no coração do homem, embora este não compreenda toda a obra divina. (4) O
sentido da vida não está em tentar controlar o tempo, mas em reconhecer que
todas as coisas feitas por Deus durarão o tempo de Deus para nós. A resposta
para a angústia é desfrutar do presente e ver o trabalho como um presente
diário de Deus para desfrutarmos das benesses do Criador. (5) A Justiça Divina e o Julgamento (v. 16-22),
virão para casa um individualmente. Salomão reflete sobre a injustiça e a
maldade que existem no mundo, mas conclui que Deus julgará tanto o justo quanto
o ímpio no tempo certo. Embora os humanos e os animais tenham o mesmo fim
físico, o destino da alma é diferente. A melhor atitude perante a vida é
alegrar-se no trabalho de suas mãos e fazer o bem enquanto se tem oportunidade.
18 - A mensagem central do livro de
Eclesiastes especialmente o capítulo 3 é que não podemos controlar o tempo, mas
podemos controlar como reagimos a cada estação da vida. Quando entregamos o
controle de nossas vidas nas mãos de Deus encontramos paz para desfrutar as
bênçãos do presente, sem nos desesperarmos nas fases de crise do passado e
olhando firme para o futuro, ou seja, olhando pra Jesus, que é o autor e
consumador da nossa fé.
Deus abençoe você e sua família.
Pastor Waldir Pedro de Souza.
Bacharel em Teologia, Pastor e Escritor.